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terça-feira, 21 de abril de 2015

Sandra Passarinho



Nome: Sandra Almada Laukenickas

Atividades: Apresentadora, repórter, entrevistadora, jornalista e telejornalista

Áreas: TV

Nascimento: 14/04/1950, Rio de Janeiro/RJ

Carreira: Desde 1970

Papel marcante: Correspondente internacional, em "Jornal Nacional" (telejornal, 1974-1980)

Nota: Na ativa.

Um comentário:

Marcos Tavares disse...

Sandra Passarinho pode até ser uma excelente profissional quando julgada por seus pares, e pode até ter algum histórico razoável de realizações e premiações em sua área, mas, com base na experiência que tive ao conhecê-la pessoalmente, posso dizer que do ponto de vista de relacionamento humano ela ainda precisa melhorar muito.
Venho de Salvador-BA e estou morando no Rio de Janeio há cerca de um ano. Trabalho em uma grande empresa de nível nacional no Centro da cidade e, no último dia 05/01/16, ao voltar do trabalho, encontrei a jornalista e dois cinegrafistas que estavam se preparando para uma matéria a ser filmada sobre a passarela próxima à catedral do Rio de Janeiro. Como reconheci a famosa jornalista e tenho interesse na área de audiovisual, parei a uma distância de uns 20 m da equipe para poder apreciar e prestigiar seu trabalho.
No entanto, a jornalista pareceu muito incomodada com minha presença, e, após algum tempo, dirigiu-se a mim em tom áspero e grosseiro perguntando "se eu desejava alguma coisa" e exigindo aos gritos que eu ficasse "fora de quadro", praticamente me expulsando do local, uma via pública onde todos têm o direito de ir e vir.
Como eu estava atrás das lentes da câmera, em completo silêncio, a uma distância bastante longa da equipe, e sem a menor intenção de interferir no trabalho dos profissionais, respondi-lhe que eu ja estava "fora de quadro" e respeitaria o trabalho da equipe, o qual tinha interesse em admirar. Mesmo assim, ela insistiu em que eu me afastasse dizendo que deveria ficar ainda "mais fora de quadro" e dizendo que "normalmente as pessoas não ficam olhando o seu trabalho", como eu estava fazendo. Fez caras e bocas feias e emitiu alguns impropérios e resmungos em tom inaudível.
Fiquei extremamente irritado com essa postura grosseira, desrespeitosa e de certa maneira preconceituosa da jornalista. Tais atitudes, ao mesmo tempo em que revelam profunda inabilidade da jornalista em lidar com o material humano - ressalte-se, do qual depende para a realização de seu trabalho - também mostram o quanto, em época de Olímpiadas, profissionais que deveriam dar exemplo em lidar com o público e com pessoas de fora - estão absolutamente despreparados para receber e dar um tratamento digno a turistas ou a quem quer que seja.
Já tive contato com, e presenciei o trabalho de outros jornalistas e artistas bem mais famosos e importantes que essa jornalista, e sempre fui bem tratado, com cordialidade e simpatia. Jamais esperava esse comportamento de alguém tão famoso, e cuja profissão praticamente exige que se trate bem o público. Comportamentos rudes, toscos e grosseiros como o da Sra. Sandra Passarinho podem muito bem explicar porque, apesar de toda sua capacidade técnica e de inúmeras premiações, ela ainda continua - após 40 anos de carreira - sem qualquer progressão efetiva em sua carreira.
Em todas as informações que colhi sobre a Sra. Sandra Passarinho verifiquei que ela é uma pessoa bastante viajada e que conhece e domina vários idiomas e culturas. Toda essa bagagem cultural, entretanto, não lhe foi suficiente para ensiná-la a tratar com educação e cordialidade as pessoas, especialmente aquelas que têm (ou tinham) interesse em prestigiar e admirar seu trabalho. Acredito que em todas as viagens que a grosseira carioca Sandra Passarinho fez faltou incluir um destino. Assim, sugiro que a próxima viagem que essa jornalista faça tenha como destino a Bahia. Lá, com certeza, a Sra. Sandra Passarinho aprenderá como se trata as pessoas com respeito, educação e cordialidade.