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sexta-feira, 21 de abril de 2017

Aurimar Rocha



Nome: José Aurimar Cunha da Rocha

Atividades: Ator, autor, diretor, roteirista e produtor

Áreas: Cinema, teatro e TV

Nascimento: 11/03/1934, Rio de Janeiro/RJ

Óbito: 16/05/1979, Rio de Janeiro/RJ

Causa óbito: Câncer no fígado

Carreira: 1953-1977

Papel marcante: Mr. Darley Smith, em "Uma Rosa com Amor" (novela, 1972-1973)

Relacionamentos: Foi casado com Marli Fernandes da Rocha (1959-1973), uma filha: a atriz Vivien Rocha. Era casado com a atriz Vera Brito (1973-1979), um filho: Vinícius.

Nota: Desde 1968 comandava o Teatro de Bolso Aurimar Rocha.

6 comentários:

Anônimo disse...

Melhor diretor de sua época, fez história, e não pode cair nunca no esquecimento.

Anônimo disse...

Um diretor/ator que não deve ser nunca esquecido

VIVIEN ROCHA disse...

MEU QUERIDO PAI,COM QUEM TIVE A HONRA DE ESTREIAR NO TEATRO INFANTIL DIRIGIDA POR ELE AOS 11 ANOS,MEU ORGULHO E TER HERDADO
SEU DOM,PARA SEMPREMEU GRANDE ATOR,AMOR


VIVIEN ROCHA

Vivian Rein disse...

Amigo querido que chamava de "tio". Obrigada por seu carinho por aquela menina levada que queria aprender a ser atriz. Voce estará sempre no meu coração. Olha tio, reencontrei sua filha. Sei que vai ficar feliz.bj
Vivian

Vivian Rein disse...

Meu querido,que chamava carinhosamente de"tio" que me ensinou muito sobre como não ser tão levada. Também aprendi muito com ele quando dirigia peças. Tinha loucura por aquilo . obrigada tio.

Alessandra Rocha disse...

A população e a Prefeitura do RJ, que não permitiu a permanência do nome do criador do Teatro, não podem deixar de recordar do nome original, o Teatro de Bolso. O local foi construído pelo genial e saudoso ator e diretor AURIMAR ROCHA.
"O Teatro Municipal Café Pequeno deve sua origem ao autor, ator e diretor Aurimar Rocha, que inaugurou em setembro de 1968 o Teatro de Bolso do Leblon, dando continuidade ao trabalho que havia começado com o Teatro de Bolso de Ipanema. Localizado na Avenida Ataulfo de Paiva, o teatro foi inaugurado com a peça “Minha doce subversiva”, da autoria do próprio Aurimar. Ele falece em 1979, e em setembro de 1980 o teatro passa aos seus herdeiros"